• Como se diz em Cabul…

    Publicado por: • 13 nov • Publicado em: Notas

    …se a sorte está contigo, por que a pressa? E se a sorte está contra ti, por que a pressa?

    Publicado por: Nenhum comentário em Como se diz em Cabul…

    Se teus projetos são para um ano, semeia o grão. Se são para dez anos plante uma árvore.  Se são para cem anos, instrua o povo.

    •  Kuan-Tzu, século VIII a.C. •

  • Sabedoria oriental

    Fernando-Albrecht-fala-no-blog-que-no-Japão-as-crianças-limpam-banheiros-de-suas-escolas

    Publicado por: • 12 nov • Publicado em: Caso do Dia

     No Japão, as crianças limpam até os banheiros das escolas para aprender a valorizar o patrimônio comum. No Brasil, reluta-se até em obrigar pichadores a limpar a sujeira que causam. Todos têm direitos mas não deveres.

     Até cansa de falar em como as coisas funcionam em países desenvolvidos e porque não funcionam em países latinos, porque as consequências de lá são benignas e as de cá, malignas. Tem a ver com a Frase do Dia de hoje.

    Publicado por: Nenhum comentário em Sabedoria oriental

  • O azar do Betinho

    Publicado por: • 12 nov • Publicado em: A Vida como ela foi

    O Betinho era um dos melhores repórteres policiais dos anos 60. Só que às vezes, ele se empolgava tanto que misturava as coisas e dava uma de auxiliar de policial. Coisas da época.

    Certa madrugada, ele acompanhou uma equipe da Delegacia de Furtos e Roubos numa batida na Vila Bom Jesus. Os policiais buscavam um assaltante linha de frente. Perigoso.

    A turma chegou ao barraco onde o cara presumivelmente estava. Uma viatura iluminou a casinha com os faróis e os policiais começaram seu trabalho.

    – Saí aí de dentro, cara! E sai com as mãos pra cima!

    Silêncio. Nenhum som veio em resposta, nenhuma luz se acendeu.

    – Pela última vez, sai agora ou vai bala!

    Ainda silêncio.

    – Então tá. Tu pediu.

    Engatilharam as armas e já iam para o serviço, quando Betinho inchou o peito e berrou:

    – Deixa comigo!

    Falou e fez. Antes que alguém conseguisse segurá-lo, engrenou uma primeira e se foi em alta velocidade, jogando se contra a porta com tudo.

    Desapareceu na escuridão. Passaram-se alguns segundos. Em seguida, veio uma voz estrangulada em algum lugar do outro lado.

    – Me tirem daqui!

    A turma apressou-se e entrou, temendo o pior. Não tinha nada do outro lado, o barraco tinha apenas a parede frontal, a escuridão camuflava a coisa. Endereço errado. Do outro lado, no que deveriam ser os fundos da casa, havia um valão cheio de merda. E dentro dele, Betinho. Atolado na merda até o pescoço.

    Publicado por: Nenhum comentário em O azar do Betinho

  • A viagem

    Publicado por: • 12 nov • Publicado em: Notas

      Bem, nem sempre o que é nosso nos deprime. Estava eu assistindo um desses documentários sobre comidas típicas de cidades de todo mundo, em que um globe trotter Ishi qualquer coisa experimenta desde comidas de rua até de restaurantes típicos.

    Publicado por: Nenhum comentário em A viagem