• Pensamento do Dias

    Publicado por: • 30 set • Publicado em: Caso do Dia

    A NASA  diz que a lua Encédalo na órbita de Saturno pode ser habitável. Alguém me dá uma carona até lá?

    Publicado por: Nenhum comentário em Pensamento do Dias

  • Eles já estão entre nós

    Publicado por: • 30 set • Publicado em: Caso do Dia

    Quem diz que gato é gato mesmo e não um ET. Não é um adorno que ela carrega no pescoço, é uma antena com DDC – Discagem Direta ao Cosmos.

    Foto: Fabíola Albrecht

    gata petit gateau

    Publicado por: Nenhum comentário em Eles já estão entre nós

  • Tempo ao tempo

    Publicado por: • 30 set • Publicado em: Caso do Dia, Notas

    Novo impasse jurídico no processo de impeachment do prefeito Nelson Marchezan Jr. o favorece. A CPI tem que terminar os trabalhos em 90 dias, e de passinho em passinho o processo Marchezan acaba sozinho. Não só. Em todo processo de impedimento, o processado pode ser vitimizado pelo eleitor.

    O QUE PENSAM OS SILENCIOSOS?

    O povo costuma ser solidário com quem apanha a mais não poder. Vira coitadinho. Mesmo em outras circunstâncias, é como Bolsonaro. De tanto levar pau, a maioria silenciosa começa a achar que aí tem.

    COMO UMA ONDA NO MAR

    No auge da pandemia, o prefeito levava cacete até de sem- teto, principalmente pelo fechamento do comércio. Com a redução de mortes, casos e hospitalizações, é evidente o sentido de alívio na população. Então não precisa descontar em alguém, desde que até a eleição não venha uma segunda onda.

    https://www.banrisul.com.br/pix?utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=blog&utm_campaign=pix&utm_content=centro_600x90px

    O governador Eduardo Leite também foi muito criticado pelo mesmo motivo. Sejamos justos, há horas em que é preciso tomar medidas impopulares, duela a quién duela. Ocorre que não sabemos como o Interior viu e vê as ações de Leite. Porto Alegre e os porto-alegrenses sempre se acharam o umbigo do estado. Pura gabolice e falta de conhecimento.

    ONDE MORA O DINHEIRO

    O dinheiro, a  indústria, o comércio e o agronegócio estão longe da Estátua do Laçador. O dinheiro não vem deles, não de uma cidade onde 30% são funcionários públicos nos três níveis de governo. Foi-se o tempo em que luzes da cidade grande atraiam interioranos como um lampião atrai mariposas.

    ESPELHO, ESPELHO MEU

    Minha percepção é que Eduardo Leite tem boa imagem, pelo menos no Interior, pelo enfrentamento desigual com o vírus. Também vai depender do vírus pegar mais uma onda. Ou não.

    EM BUSCA DO PINGO PERDIDO

    Há uma clara tendência de ex-moradores do Interior em voltar às origens em busca do pingo perdido, assim como parte dos nativos da Capital queria conhecê-lo de perto. A criminalidade afasta, e a vida simples atrai. Ocorre que há um longa distância entre querer e poder. Mas o sonho fica.

    COZINHA DE HOSPÍCIO

    Arrisque: qual o povo que bota purê de batata no cachorro quente, assa melancia, bota açúcar no churrasco, mistura cebola com  maçã, coloca quatro ou mais tipos de pimenta no hambúrguer e mistura peixe com carne de porco? Acertou. O dos Estados Unidos.

    Trabalhando em casa e vendo programas de culinária na TV ao mesmo tempo – sim,  jornalista treinado pode falar ao telefone e escrever outro assunto – chego a dar razão aos iranianos que acham que a civilização norte-americana vai colapsar.

    Publicado por: Nenhum comentário em Tempo ao tempo

  • O problema do socialismo é que um dia o dinheiro dos outros acaba.

    • Margareth Tatcher •

  • Quanto custou?

    Publicado por: • 30 set • Publicado em: O Brasil que funciona

    Aqui vai uma pergunta cuja resposta, muito provavelmente, não aprendemos na escola: Quanto custou a Independência do Brasil? Vamos aos fatos: quando assinou o Tratado de Amizade, Paz e Aliança, o Brasil desembolsou 600 mil libras como indenização à Portugal. Mas os lusitanos ponderaram mais um pouco e pensaram que esse valor seria uma pechincha, então resolveram que, para que pudéssemos deixar de ser colônia, precisaríamos também pagar a dívida de Portugal com a Inglaterra. Nossos cofres, que já não andavam muito cheios, estavam às moscas depois desse primeiro pagamento. Eis que, para garantir a tão desejada independência, recorremos à Inglaterra em busca de um empréstimo para pagar Portugal e… a própria Inglaterra! É, meus amigos. A coisa toda custou os olhos da cara. Dom Pedro I foi até os bancos Barings e Rothschild para pedir 3.686.200 libras, com juros de 5% ao ano. No final das contas, o Brasil que começava a engatinhar como país independente, já tinha uma dívida impagável pela frente.

    A História, como todos nós sabemos, explica muito sobre quem somos e para onde vamos. Prestes a completar 200 anos do famoso grito de “Independência ou morte!”, temos a oportunidade de olhar para o passado e compreender como tudo aconteceu – e de que forma isso reflete a vida pública do nosso país.

    Para narrar essa trama que envolve intriga, poder, sexo, sangue e, claro, dinheiro, o jornalista e escritor Eduardo Bueno vai ministrar três aulas nos dias 01, 08 e 15.10, das 19h às 20h30. Um curso que se propõe a libertar a história de dogmas ou narrativas simplistas, apresentado com toda a irreverência do Peninha, um exímio narrador com mais de 30 livros publicados, em sua maioria sobre a História do Brasil.

    Os encontros serão transmitidos através da plataforma Zoom, ficando disponíveis por 30 dias para você assistir quando puder e quantas vezes quiser. Além do material de apoio, você vai receber a indicação de bibliografia complementar. As aulas ao vivo também reservam espaço para perguntas.

    Para saber mais, clique aqui,

    Publicado por: Nenhum comentário em Quanto custou?