Pornô grátis

6 jul • NotasNenhum comentário em Pornô grátis

Quando surgiram os videocassetes, nos anos 1980, os motéis aderiam com entusiasmo à moda pornô, que servia como estimulante para os casais. As mulheres se escandalizavam – boa parte da boca para fora – quando viam as cenas, depois se acostumaram e, na fase seguinte, gostaram da novidade.

Não havia canais específicos como hoje. Na maior parte das cidades ligava-se o Canal 4. Ocorre que não tinha blindagem na transmissão e as imagens vazavam a uma distância razoável, para alegria dos vizinhos dos motéis, especialmente da gurizada.

No início dos anos 1990, houve um caso famoso em prédio de alto padrão de Porto Alegre. Um casal gravava suas sessões de sexo para posteriormente rever as cenas. A gurizada – sempre ela! – não tardou a descobrir que bastava sintonizar no Canal 4 para ver o espetáculo. Os pais começaram a desconfiar quando grupos se trancavam nos quartos, pensando até em estavam usando drogas e não demorou muito para o prédio inteiro saber das sessões. E, claro, o casal parou de se gravar.

Um dos pais me contou que perguntou para o filho, que já passava da adolescência, que tal era o desempenho sexual dos atores reais.Para seu espanto, o guri falou “são ruins, não são de nada, é só papai e mamãe…”

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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