A corrida dos ônibus

4 mai • Caso do DiaNenhum comentário em A corrida dos ônibus

Nos anos 1950 e 1960, Porto Alegre tinha uma frota de ônibus sucateada e com motoristas que chegavam a disputar corrida entre si, especialmente na avenida Farrapos. Hoje uma via quase pacífica, porque a Castelo Branco absorveu a maior parte do tráfego original. Não havia o corredor dos ônibus. Então, eles vinham lado a lado do meio-fio até o a divisória entre as duas pistas. Um horror. Subir em um na hora do pique era mais difícil que ganhar a Loteria Federal da época.

A corrida dos lotações

Passaram-se décadas desde então, os coletivos foram embretados nos corredores, na maior parte, mas quem agora não trafega na faixa da esquerda são lotações. Não todos, é verdade. Mas os indisciplinados deixam os usuários nervosos na beira das calçadas. Fica aquela agonia, e como Murphy não só existe mas está mais atuante que nunca, é justo aquele que trafega apressadamente rente ao corredor que você precisa pegar.

Resumo da história

Em matéria de transporte coletivo, não dá para ser feliz.

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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