• Lá e cá

    Publicado por: • 22 out • Publicado em: Notas

      A ESPN informou que suspenderá temporariamente os contratos de trabalho (layoff) de cerca de 300 funcionários, ou quase 4% de sua força de trabalho. Mas isso lá nos Estados Unidos. A controladora da ESPN é a Walt Disney. Vivendo e aprendendo.

     É para ver como são as coisas. A ESPN justificou a suspensão alegando que precisa enxugar a empresa e diminuir custos. O que aconteceu com as ações dela na bolsa de NY? Subiram depois do anúncio.

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  • Tudo a ver

    Publicado por: • 22 out • Publicado em: Notas

      O médico japonês especialista em tumores e aneurismas que está assistindo o papa Francisco, que estaria, segundo a imprensa italiana, com um tumor benigno no cérebro, negado pelo Vaticano, chama-se Takanori Fukushima. Mesmo nome da usina nuclear do Japão que teve vazamento radioativo depois do terremoto e tsunami. Radiação é uma das formas de se tratar tumores.

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  • Bebendo estrelas -I

    Imagem de bolhas de champanhe

    Publicado por: • 21 out • Publicado em: Artigos

       O famoso vinho espumante do mundo foi tombado como patrimônio histórico e cultural da humanidade. A decisão ocorreu durante um encontro do órgão em Bonn, na Alemanha, que classificou as encostas, caves e lojas da Champagne como Patrimônio Universal.

       No passado, os monges, Dom Pérignon e Ruinart se esforçaram muito para domar os vinhos que fermentavam novamente nas garrafas, fazendo-as explodir. A palavra “champagne” também é protegida com grande vigilância, e apenas pode ser utilizada nos vinhos originais da região. Qualquer vinho semelhante, mesmo produzido pelo método “champanhês” noutros locais ou países só pode chamar-se de “espumante” e nunca de “champanhe”.

       Por isso a comuna de Champagne, com 660 habitantes, situada no cantão de Vaud, na Suíça, teve que renunciar a mencionar o nome de Champagne nos vinhos (não espumantes) produzidos em seu território – de somente 28 hectares. Saint-Laurent teve que interromper o lançamento de um perfume que tinha chamado de Champagne. O nome do perfume foi finalmente modificado, sendo comercializado sob o nome de Yvresse.

       O Champanhe é originário da região de Champagne, que fica a 150 quilômetros de Paris. A sua descoberta é atribuída ao monge, cujo nome é hoje uma marca desse tipo de vinho. Ele era o responsável pelas adegas da Abadia naquela região francesa e ficou curioso com a afirmação dos vinicultores de que certos tipos de vinhos fermentavam novamente depois de engarrafados. Acontecia que, nesse processo, os gases estouravam as rolhas ou arrebentavam a garrafa.

       Dom Pérignon então experimentou garrafas mais fortes e rolhas amarradas com arame… e assim surgiu um vinho espumante e delicioso que depois seria batizado de Champagne. Ao bebê-lo pela primeira vez, o monge exclamou: “Estou bebendo estrelas”.

       Foi então que a célebre viúva Clicquot (Viuve Clicquot), que também virou marca, inventou os processos de remuage (girar as garrafas) e dégorgement (degolar). No primeiro os funcionários de adega inclinam e giram as garrafas, fazendo com que os resíduos fiquem acumulados no gargalo. Aí então entra o dégorgement, que retira todas as impurezas, fazendo que o vinho fique límpido e transparente… bem como você gosta.

    * O texto original é de “A Relíquia”, um jornal de Antiquários do Rio de Janeiro. (Fiquei surpreso com quem exclamou a frase. Sempre li que foi da viúva, mas o tio google afirma que foi do monge. Seja quem for, parabéns! É a melhor definição para Champagne ou qualquer espumante).

    Segue
    se você quiser….

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    Se Deus não perdoasse, o paraíso ficaria vazio.

    • Provérbio bérbere •

  • Samba molhado de uma nota só

    Publicado por: • 21 out • Publicado em: Caso do Dia

       O Brasil de hoje está dividido em partes: as investigações da Justiça federal e prisões da lava-jato, a ação enérgica da Polícia Federal, a crise econômica e a crise política, Dilma cai-não-cai, mais o deputado Eduardo Cunha. É enfadonho

       Cá no Sul ainda temos o pesadelo dos temporais, das chuvas constantes, da falta de dinheiro do Estado. Se eu tivesse que explicar para um estrangeiro o quanto subiu o Guaíba, diria que se o prefeito José Fortunati cruzasse a ponte do Guaíba de pé um uma canoa teria que se abaixar para não bater na borda. Claro, a greve dos bancários irrita, mas quem precisa deles, não é mesmo? Igual, estamos todos pelados.

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