O pior problema do investidor – talvez seu pior inimigo – é provavelmente ele mesmo.

    • Benjamin Graham •

  • A labirintite

    Imagem de labirintos ilustra o caso do dia de Fernando Albrecht

    Publicado por: • 5 jan • Publicado em: Caso do Dia

    Em matéria de respostas para a pergunta definitiva de onde viemos para onde vamos, a ciência avançou espetacularmente – para os lados. Não avançamos, ou avançamos milímetros. Do Big Bang ao Bóson de Higs passando pela Teoria das Cordas e outas tantas descobertas fantásticas, nada nos levou para a frente. Mesmo o Grande Início, que explica o Universo. Mas de onde e como veio aquele ponto extremamente quente e denso se não de outro Big Bang?

    Tenho essa convicção desde que li o primeiro livro do Stephen Hawking. Claro que não sou o único. Mas é o que é. É como você ser colocado no meio de um labirinto e procurar a entrada e a saída, e descobre desdobramentos intermináveis, mas não consegue localizar nem a entrada e nem a saída. Tirando esse detalhe, sabemos muito de labirintos.

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  • Os encantos do Alphonsus

    Publicado por: • 5 jan • Publicado em: A Vida como ela foi

    Nas aulas de Português do segundo grau, hoje Ensino Médio, eu gostava muito do mundo fora da gramática, a literatura e a poesia. Alguns poemas entraram e nunca mais saíram da minha cabeça. Este soneto é um deles. Foi escrito pelo mineiro Alphonsus de Guimaraens (1870-1921). Olhem que beleza o “Ismália”:

    Quando Ismália enlouqueceu

    Pôs-se na torre a sonhar

    Viu uma lua no céu

    Viu outra lua no mar.

    No sonho em que se perdeu

    Banhou-se toda em luar

    Queria subir ao céu

    Queria descer ao mar

    E, no desvario seu,

    Na torre pôs-se a cantar

    Estava perto do céu,

    Estava longe do mar

    E como um anjo pendeu

    As asas para voar

    Queria a lua do céu,

    Queria a lua do mar

     

    As asas que Deus lhe deu

    Ruflaram de par em par

    Sua alma subiu ao céu

    Seu corpo desceu ao mar

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  • Feriadão de Ano Novo

    Publicado por: • 5 jan • Publicado em: Notas

    No feriadão do Ano Novo me toquei para o Alegrete. Há 45 anos que vou para lá pelo menos uma vez por ano. Nunca canso, apesar da esticada de 480 quilômetros. Mas os ônibus da Planalto são muito bons. Ir de carro é loucura, o estresse é grande e a rodovia – meu Deus do céu, o que fizeram com a BR-290?

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  • O panelódromo

    Publicado por: • 5 jan • Publicado em: Notas

    É uma panela atrás da outra, e panela-cratera, daquelas de cortar pneu. E falta sinalização vertical, principalmente a que indica o quanto falta para as sucessivas cidades ao longo do percurso. Que coisa mais horrorosa!

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