• Deu no jornal

    Publicado por: • 18 jan • Publicado em: Notas

     Na Zero Hora: a Polícia Civil divulgou o resultado de uma fiscalização ocorrida nesta semana, a pedido da Justiça, sobre os detentos em prisão domiciliar em Tramandaí, no Litoral Norte. Segundo o delegado Paulo Perez, quase 70% dos apenados não estavam nos endereços repassados ao Poder Judiciário.

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  • Ai que delícia de prisão!

    Publicado por: • 18 jan • Publicado em: Notas

     Sempre recebo os informes do 9º BPM da Brigada Militar e, na maioria dos casos de prisão de meliantes, invariavelmente segue “evadido do sistema prisional” ou do “semiaberto”. É uma ficção. É aberto total.

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  • Somos todos biscachas

    Publicado por: • 17 jan • Publicado em: Caso do Dia

     Biscacha é uma espécie de lebre, um lebrão na verdade. Com uma cauda longa, é mais comum na Argentina e outros países andinos, inclusive no deserto do Atacama, no Chile. Houve tempo em que se acreditava que a espécie só era encontrada no país dos Hermanos ou na Suíça, como jurava meu amigo João Nadir. A palavra biscate teria derivado da lebre de rabo grande, mas não encontrei comprovação em minha limitada busca.

     Menos pela cauda e pelo tamanho, esse animal lustroso tem um hábito muito humano: ele furta coisas. Contam ruralistas argentinos que, nas tocas da biscacha, são encontrados brincos, colares, pequenos utensílios domésticos ou qualquer outro objeto que ela possa carregar com a boca. Isso transforma o animal em um larápio de primeira grandeza. Pelo menos ele não usa de violência, então só furta, não rouba.

     O que eu quero dizer é que se lebrão é amigo do alheio e esconde pertences furtados na sua toca, por que vocês acham que os humanos seriam diferentes?

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  • As rugas do Stallone

    Publicado por: • 17 jan • Publicado em: A Vida como ela foi

     De tempos em tempos, aparecem atores de cinema com o raro dom de desempenhar qualquer papel movendo apenas algumas rugas verticais e horizontais. Um deles, que sempre fazia o papel de bandido nos faroestes dos anos 1950/60, chamava-se Jack Palance. Só precisava da sua cara feia. Mais recentemente, apareceram dois notáveis, Sylvester Stallone e Nicolas Cage. Fenômenos de interpretação, ambos.

     Até que eu gosto do Stallone pelo conjunto da obra, em filmes que ele era um cara atormentado, injustiçado, soturno. Raras vezes ria. As rugas verticais no começo da testa, logo acima do nariz, tinham duas posições: positivo operante e standby. Quando acionadas, as rugas manifestavam tristeza, raiva, fúria entre outros; sem elas, podia ser qualquer coisa, inclusive alegria ou conformismo. O erguer do canto da boca ele herdou do Harrison Ford. É o modelo padrão americano de parecer malandro.

     Nicolas Cage é um pouco mais minimalista. As rugas na testa dele são horizontais. Traduziam uma gama enorme de emoções. Que iam desde preocupação, tristeza, revolta, emoção, um pouco mais que as do Stallone, com a desvantagem de não ter o canto da boca para cima. Os três davam a impressão de ter maus dentes ou não tê-los no canto oposto.

     O Oscar vai para os três. São poucos os gênios que conseguem desempenhar uma série de personagens só com rugas e canto da boca.

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  • Distinção  

    Publicado por: • 17 jan • Publicado em: Notas

    O gaúcho Balduíno Tschiedel assumiu como diretor-presidente da Federação Internacional de Diabetes da Região das Américas Central e do Sul.

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