• Não apenas rede…

    Publicado por: • 13 out • Publicado em: Caso do Dia

    Segundo relatório desenvolvido pelo Statista, empresa alemã de pesquisas globais, o número de pessoas que acessam a internet no Brasil deve crescer aproximadamente 20% até 2022, totalizando 134,91 milhões de internautas, ao se comparar com os números tidos em 2015, quando havia 112,13 milhões de usuários.

    …é uma tarrafa

    Do ponto de vista internacional, estamos em 4° lugar no ranking do número de usuários da internet, em levantamento realizado pela mesma empresa no final de 2017. Com relação às nações da América Latina, o Brasil lidera o ranking do número de internautas. Seguido por México (76 milhões), Argentina (34,79 milhões) e, Colômbia (28,48 milhões).

    A China, para variar

    O Cuponation, plataforma de descontos online, pertencente à alemã Global Savings Group, compilou num infográfico interativo, a classificação dos países com maior número de pessoas que acessam a internet. A China, com mais de 1 bilhão de usuários, está no topo da lista. Em seguida, Índia (331,77 milhões) e Estados Unidos (272,43 milhões). No material da plataforma, também tem o custo médio da internet a cabo por país, com a velocidade de 60 megas.

    Jornal do Comércio

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  • Os excluídos I

    Publicado por: • 12 out • Publicado em: Caso do Dia, Frase do Dia

    Mais uma da série “Por que NÃO me ufano do meu País”: sabem até as antigas juntas de bois da roça que o perigo no amendoim é a aflatoxina, capaz de entortar sua vida de vez. Ela é termo resistente, então adianta fritar ou submetê-lo a altas temperaturas por horas.

    Os excluídos II

    Já é uma má notícia por si só, mas o pior vem a seguir. O amendoim brasileiro SEM aflatoxina não vem para o mercado interno, é produto de exportação. Por que me sinto um ser desprezível?

    Perguntinha

    Já que o separatismo está na moda, por que a gente não se separa dos governos?

    Jornal do Comércio

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  • É uma Brasa, mora

    10/10/2018 - Porto Alegre, RS - Tá na mesa - FEDERASUL - (Federação de Entidades Empresariais do RS). Painel: Construindo grandes negócios. Palestrante: Arri Coser , Sócio proprietário da MRD Group Foto: Itamar Aguiar / Agência Freelancer.

    Publicado por: • 11 out • Publicado em: Caso do Dia, Notas

    O empresário Arri Coser, da MDR (NG Steak, ex-Na Brasa) foi o palestrante de ontem na Federasul. Ele que é um dos responsáveis por levar o principal prato da culinária dos pampas para o mundo: o churrasco. Nada mal para quem saiu de Encantado aos 15 anos e conquistou o paladar dos americanos, agora de volta ao Brasil. O empresário também demonstrou o seu descontentamento em investir aqui: “O lugar onde o empresário mais sofre”.

    Foto: Itamar Aguiar

    Novos Negócios

    O MDR está de olho em crescer nos próximos anos, principalmente com a possível aquisição de uma marca de restaurantes com tickets médio de R$ 50,00. Outra surpresa é que Porto Alegre deve receber entre 2019/20 uma loja da Maremonti e da NBMarket¸ espécie de “empório da carne”, onde todos os cortes encontrados nos cardápios da rede, podem ser adquiridos e levados para casa.

    O médio do médio

    Hoje tudo é 50 reais. Você vai a um restaurante e, na média deles, descontando os que tem tíquete médio acima dos R$ 70/80, é essa a faixa do tolerável para um cidadão comum. Mas só para quem almoça fora poucas vezes, digamos, duas vezes por semana. Tem que fazer a conta por mês e por ano. Fosse de segunda a sexta, a distinção gastaria 200 pilas; 800 por mês e R$ 8,4 mil por ano.

    O livro de Tarso

    Depois de deixar a política eleitoral, Tarso Genro está focado e empolgado com a retomada da carreira de advogado. Hoje, ele lança, no Memorial Luiz Carlos Prestes, o livro “Degradação e Resgate do Direito do Trabalho – contributos para uma doutrina constitucional de defesa de direitos”. A obra foi organizada em conjunto com o seu amigo Rogério Coelho.

    Por falar em Tarso…

    …havia rumores de que Tarso estaria pensando em criar um novo partido de esquerda, o que ele desmente. O que está acontecendo é que seu envolvimento com a direção do PT é cada vez menor, fato que, a rigor, não é novo.

    Candidato descolado

    A nova identidade de Fernando Haddad (PT) é descolar de Lula. Obviamente, foi ordem do próprio. Até a cor vermelha desapareceu neste segundo turno. Não sei se estou ficando burro, mas mudar a imagem de poste ou boneco de ventríloquo em menos de três semanas seria um feito universal de marketing político.

    Algo no ar…

    …além dos aviões de carreira. Em um ano, cresceu 123% a quantidade de drones registrados no Distrito Federal. Eram 798 em outubro do ano passado, número que agora subiu para 1.780. Usar drones para atividades ilícitas e terroristas já é uma realidade, mas, no curto prazo, eu temo, é colisão com aviões de verdade.

    Instituição de fomento

    O BRDE será capacitado como uma das duas instituições de fomento piloto do Programa de Green Finance, do Prosperity Fund (UK Government’s Prosperity Fund Green Finance Programme) para capacitação de instituições de fomento na busca de recursos para financiar projetos que promovam o crescimento sustentável e o aprimoramento do mercado de finanças verdes no Brasil.

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    O dinheiro que se ganha dá para duas coisas: pagar as contas e comer.

    • F. A. •

  • A cobra

    Publicado por: • 11 out • Publicado em: A Vida como ela foi

    A tentativa de descolamento de Fernando Haddad de Lula lembra um caso ocorrido em 1964. Um ativo integrante do Sindicato dos Ferroviários do Vale do Caí, brizolista de quatro costados, foi detido e interrogado pelos militares. Perguntaram qual era a ligação com Leonel Brizola.

    – Nenhuma. Aliás, nem o conheço.

    – Como assim “não conheço”? – estranhou o interrogador.

    – Estou falando a verdade, não o conheço!

    Irritado, o militar mostrou uma foto enorme onde o sindicalista ao lado do ex-governador em um comício. Apontou o dedo para ele.

    – E esse quem é?

    – Não sei.

    – Esse é o Brizola! – vociferou o militar.

    – Ah, esse é o famoso Leonel Brizola? Nossa mãe! Fosse uma cobra tinha me mordido!

    Quando eu era repórter policial, no final da década de 1960, ainda havia a figura do Flagrante de Adultério, o que era muito raro porque a legislação da época exigia que testemunhas vissem o ato em cima do laço. Contava-se então que a melhor defesa para o Dom Juan era negar o acontecido com a maior veemência possível.

    Mais ou menos assim: pego em flagrante, tendo como testemunhas dois PMs, o amante negou o ato sexual com tamanha veemência que o Delegado ficou na dúvida, os PMs ficaram na dúvida, o marido ficou na dúvida, a mulher ficou na dúvida e, ao fim e ao cabo, até o amante se convenceu que dizia a verdade.

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