• Cotidiano

    Publicado por: • 2 abr • Publicado em: A Vida como ela foi

    Hoje, a Vida não mais como ela foi, mas como ela é.

    Da minha casa, dava para escutar o estresse nos prédios vizinhos.

    Em um deles, uma mulher (bem próxima da loucura) gritava para as crianças, provavelmente, seu filhos:

    – Carolina, tu pára quieta!

    – José, cala a boca!

    – Me deixem em paz!!!

    Em outros apartamentos, algumas brigas de casal.

    – Manuel, tu não serve nem para levar o cachorro na rua. Olha só o que ele fez na sala…

    – Só eu que tenho de lavar a louça!

    – Larga o meu celular!

    Colaboração do Osni Machado

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  • O Brasil que funciona

    Publicado por: • 2 abr • Publicado em: O Brasil que funciona

    EQUIPAMENTO utilizado nas consultas por telemedicina do Hospital Moinhos de Vento passou a ter uma nova finalidade. Além de auxiliar em diagnósticos, recomendações e condutas, a tecnologia está permitindo a visita virtual de familiares a pacientes internados na UTI de isolamento – diminuindo a saudade de quem teve o contato físico suspenso em função do coronavírus.

    Foto: Cesar Lopes_PMPA

    Foto: Cesar Lopes_PMPA

    O PRESIDENTE do Sindilojas, Paulo Kruse, em entrevista à jornalista Carla Santos, disse que o momento é de união, de respeitar opiniões diferentes e de se trabalhar juntos. E foi no rim: “Está na hora daqueles que reclamam da corrupção serem corretos.” Leia a matéria completa clicando aqui.

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  • Diário da peste

    jovens usando máscaras e álcool gel para evitar a disseminação da peste do coronavírus covid-19

    Publicado por: • 2 abr • Publicado em: Caso do Dia, Notas

    TUDO mudou em 24 horas além do número de casos e mortes. A confusão dobrou. O governo nos três níveis abre agendas e protocolos também em três níveis. Agora imagina o que se passa na cabeça da população. O pior de tudo é que acreditam em todas as baboseiras e vídeos nas redes sociais. Sempre repito que 99% são falsos e alarmistas. Mas não tem como mudar isso. Um país em que seu povo é essencialmente mal informado e com déficit monstruoso de conhecimento só podia dar nisso.

    MINHA filha Fabíola conversa diariamente com epidemiologistas nacionais e estrangeiros, alguns acham que é inevitável que o vírus se alastre podendo atingir 50% da população mundial, mas que esse fator, de contágio em massa vai gerar um coronavírus adaptado para o ser humano. Em outras palavras, vai enfraquecer, embora não seja o termo correto. Certo, mas no processo vai morrer mais gente.

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    O QUE não pode é enfatizar o número absoluto de mortes de cada país para dizer que os EUA tem mais mortes que a Itáiia, por exemplo. Comparação besta. A Itália tem até agora, 206 mortos por milhão de habitantes, maior até do que a China, que teve 3,3 por milhão. No Brasil, a bronca está recém começando, mas por enquanto a conta é 1,1 mortes por milhão. Sublinho: recém começando.

    CONHECIDO como o filósofo do futebol nos anos 1960, o carioca Neném Prancha disse que o pênalti é algo tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube. Já eu acho que a manchete do jornal deveria ser escrita pelo dono. E em certos casos, até o título das matérias internas. Duvido que dono de jornal se dê conta disso. Pelo menos a maioria.

    SABEMOS que urubu, quando está de azar, o que voa embaixo faz cocô no que está acima dele. Pois a internet está começando a parar. Alunos de universidades com cursos EAD já não conseguem mais abrir as matérias. O uso dela deve ter duplicado, no  mínimo. É como uma rodovia já bastante complicada ter 10 vezes mais carros de uma hora para outra.

    NOS PRÓXIMOS três meses, o Sebrae vai destinar 50% da sua arrecadação (no mínimo), para ampliar o crédito aos pequenos negócios. Os recursos vão fortalecer o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe) e permitir um aumento nas operações de microcrédito com taxas mais baixas, maior prazo e melhor período de carência. A operação de socorro deve começar com R$ 1 bilhão em garantias, o que permitirá a concessão de aproximadamente R$ 12 bilhões em crédito para pequenos negócios.

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  • Nunca a frase eu era feliz e não sabia foi tão verdadeira.

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  • Os anos de vacas gordas

    Publicado por: • 1 abr • Publicado em: A Vida como ela foi

    Em comparação com décadas passadas, especialmente os anos 1970, os tempos de hoje são como comparar sem-teto com um diretor de banco. Certa vez, eu e o jornalista Jefferson Barros falamos sobre isso na Cafeteria Chaves, na galeria de mesmo nome. Jefferson foi uma das poucas pessoas que mereciam o título de intelectual de verdade.

    Pois o Jefferson, que estava desempregado apesar do brilho, tinha sido produtor do Globo Repórter até que tudo começou a dar errado. Mala suerte. Pois ele contou como era gratificante trabalhar na Globo. Se acontecesse alguma bronca importante no outro lado do mundo, em horas o repórter tinha dólares, passagem de avião e visto pronto para cobrir o fato.

    Enquanto ele falava lembrei dos tempos da Folha da Manhã. Eu era pauteiro. Auge do escoamento da safra da soja, e uma ponte na BR 116 deu os doces. Como foi interditada formou-se a fila de caminhões que ia para o porto de Rio Grande, atingindo 20 quilômetros.

    Pedi para ver a bronca de perto. E do alto. A Caldas Júnior, do doutor Breno Caldas, fretou um táxi aéreo bimotor para eu olhar o panorama visto acima da ponte.

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