• O medo da morte é a sentinela da vida.

    • Marquês do Maricá •

  • Corrida sem pilotos

    Publicado por: • 19 jan • Publicado em: Notas

    A tecnologia já existe, mas ainda há alguns desafios tecnoólicos – e psicológicos – pela frente. Entrementes, em outubro deste ano, a famosa pista oval de Indianópolis será palco da Indy Autonomous Challenge, corrida de automóveis sem piloto. Grande coisa, diria o Xirú, em Porto Alegre já existem carros sem motorista há muito tempo.

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  •  A cerveja do Cacique

    Publicado por: • 18 jan • Publicado em: A Vida como ela foi

    Devagar, não é um índio, é o Cine Teatro Cacique, que ficava na Rua da Praia perto da Caldas Junior, hoje um Zaffari. Nos gloriosos anos 1960, início dos 1970, ele só passava filmes bala, tinha capacidade para duas mil pessoas. Era tempo em que ir ao cinema era quase obrigatório. Havia sessão das 22h, ir para casa depois da meia-noite sem problemas.

    Nas laterais do enorme pé direito havia pinturas do bageense Glauco Rodrigues retratando um índio Charrua de alto a baixo, ligação com a empresa dona do Cacique, Taba Cine Teatro. Na inauguração, em 1958, houve show com uma cantora peruana chamada Yma Sumac, conhecida mundialmente pelo extraordinário alcance da voz, de baixo barítono a soprano. No auge, alcançava cinco oitavas. Foi contratada a peso de ouro e o evento foi rgistrado em placa de bronze incrustada na lateral direita.
    A cerveja do bar do Cacique? Na época, o copo padrão para a cidade era o boca larga de alto a baixo de 300ml, o que fazia o colarinho desaparecer tão rapidamente que inventaram o chope em copos que afunilavam no pé com apenas 210 ml, os espertinhos. Igual, o colarinho também não durava.
    O bar do Cacique não servia chope, só cerveja nestes copos mais finos. A diferença era a durabilidade do colarinho, o chapéu dessa bebida, durava muito mais que em outros estabelecimentos, o que era um mistério. Observei que no fundo sempre havia um pouco de água, duas ou três gotas. E era de propósito. Quase torturei o barman para saber dele qual era a moral.
    Simples. A gordura dos lábios vai dissolvendo a espuma e as gotas era água e açúcar, que retarda o efeito e até cria mais espuma. Funcionava mais com as mulheres, porque na época os batons eram gordurosos. É para ver como naqueles tempos a vida era mais calma, a ponto de se jogar tempo fora com questões minúsculas como essa.
    O fantasma do índio Charrua deve perambular  durante as madrugadas silenciosas e perigosas daquela parte da Rua da Praia. Talvez acompanhado de Glauco Rodrigues.

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  • Síndrome de burnout e a pandemia

    Publicado por: • 18 jan • Publicado em: Artigos

    * Por Dhayana Silva

    Estamos vivendo um cenário novo, aprendendo a lidar com a pandemia de covid-19, que nos impacta de forma direta ou indireta. Nas mídias sociais, nos deparamos com as novas estatísticas sobre a doença, novos casos, o impacto na economia e a perspectiva pela ciência.

    Diante de tantos fatores, é preciso salientar a importância de olhar também para o ambiente corporativo. Muito é falado sobre os diversos profissionais que perderam o emprego em razão da situação atual, mas também é importante atentar àqueles que permaneceram empregados durante a crise.

    Burnout é a síndrome da exaustão física e mental, e o transtorno está registrado no grupo 24 da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11). O esgotamento profissional é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como um fenômeno global. Não é uma doença, mas uma condição que impacta diretamente a saúde física e psíquica do indivíduo. Trata-se de um estresse crônico.

    Um dos principais fatores que influenciam o distúrbio é a carga de trabalho, razão pela qual o  profissional passa a produzir um alto nível de cortisol. Como uma das funções do cortisol é ajudar o organismo a controlar o estresse, a pessoa permanece em um estado de exaustão prolongada.

    O burnout é silencioso, e suas consequências se refletem em dores emocionais que, por sua vez, são somatizadas em dores físicas, como a presença de dores musculares, dores de cabeça, irritabilidade, falta de apetite, insônia, alteração de humor, dificuldade de concentração e até mesmo perda de cabelos.

    As empresas estão investindo cada vez mais em qualidade de vida, e é necessário garantir que esses programas cheguem aos colaboradores e que todos tenham acesso de forma equitativa. A política de home office veio para ficar, mas é imprescindível que seja favorável a todos.

    Quando falamos sobre burnout, consideramos os fatores psicossociais, o quão o indivíduo é impactado por seu trabalho e em quais áreas de sua vida esses impactos se refletem. Por isso, é importante que as organizações atentem à saúde mental dos funcionários, principalmente durante a pandemia. É preciso observar a situação dos funcionários que permaneceram desenvolvendo suas atividades laborais dentro e fora dos escritórios e dobraram sua carga horária para alcançar metas e manter a empregabilidade.

    Se você está passando por uma carga emocional estressante, busque ajuda profissional, e não normalize a exaustão!

    * Analista de Recursos Humanos da Service IT.

    > Os assuntos aqui tratados não necessariamente refletem a opinião deste colunista

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  • Morte

    Publicado por: • 18 jan • Publicado em: Caso do Dia

    Li no jornal Zero Hora uma entrevista com uma médica intensivista explicando como se dá a morte por asfixia. Ela está no seu papel, mas como pauta não é um assunto macabro? A continuar a saga, quem sabe explicar como se dá a morte por serra elétrica, com uma paulada na cabeça e quem sabe até por porre de cachaça.

    https://www.banrisul.com.br/pix/link/pix.html%20?utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=blog&utm_campaign=pix_cadastro&utm_content=centro_600x90px

    PIADAS PRONTAS

    Fiz um comentário no Face sobre como os leitores leem errado até o óbvio ululante que está escrito. Em torno de 80%  dos que realmente o leram – foram em torno de 200 – fizeram piada pronta sobre o assunto. O brasileiro é campeão neste tipo de humor. Êta nós!

    RUMO AO NADA

    Vivemos um momento único na história, e a pandemia não tem nada a ver com isso. Estamos vivendo a burrificação da humanidade.

    MEU LOURO

    Se você pegar um maço de folhas de louro e fervê- lo por horas, no final terá um chá semgosto nenhum. Então por que se usa tanto louro na comida? Admire-se: é antioxidante, anti-  inflamatório, tem vitaminas entre outras outras propriedades.

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