• Sucesso Total 

    Fernando-Albrecht-fala-sobre0o-projeto-Bibliotáxi-do-Shopping-Total

    Publicado por: • 2 out • Publicado em: Notas

    A iniciativa do Shopping Total em parceria com outras entidades de criar uma biblioteca volante nos táxis de Porto Alegre foi um achado. Funciona assim: você pega o livro no carro e devolve para qualquer outro táxi. O projeto BiblioTtáxi pegou. E é bom lembrar que também se pode doar livros. É dando que se recebe.

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  • Quando acertamos, ninguém lembra; quando erramos, ninguém esquece.

    • Provérbio irlandês •

  • Os causos do Lauro

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    Publicado por: • 1 out • Publicado em: A Vida como ela foi

    O jornalista Lauro Quadros, 76, escreveu um livro contando casos da sua extensa e profícua passagem por vários veículos gaúchos. “As Histórias de Lauro Quadros” será lançado dia 5, às 18h, no Bourbon Country. Mas não se acanhe, deve entrar noite adentro.

    No passado, o colunista e comentarista foi até seminarista e estudou em Bom Princípio. Mais tarde, anos 1980 usou até um monoquíni. Agora vejam que paradoxo: o cara sempre foi magrinho e baixinho e usava monoquíni mesmo não tendo peitos. É muito peito.

    Trabalhamos na mesma época na Folha da Manhã, na Caldas Júnior dos bons tempos, anos 1970 – ele também trabalhava na Guaíba. Eu escrevia duas páginas sobre propaganda e marketing aos sábados e, paralelamente, exercia as funções de pauteiro. Por iniciativa própria, passei a fazer a escuta do Correspondente Renner e do GBOEX na Rádio Gaúcha. Imagina, usava dois enormes fones e escrevia o resumo de cada notícia online com seis laudas de papel com carbono na máquina de escrever.

    Isso feito, dava uma cópia para cada editor. Naquele tempo, como dizia Jesus, as rádios tinham setoristas na Câmara, na Assembleia, no trânsito no Palácio, prefeitura, até no aeroporto tinha um. Fecha parêntesis. Quando o Lauro Olha Gente Quadros passava por mim, apontava para os enormes fones de ouvido que usava e fazia sinal que queria falar comigo. Todo santo dia ele dizia a mesma coisa, e era uma brincadeira que eu topava para relaxar:

    – Prezado ouvinte.

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  • Gerentão de prefeitura

    Publicado por: • 1 out • Publicado em: Caso do Dia

    Já que ninguém se acerta na reforma política, porque a democracia representativa parece um modelo esgotado pela forma brasileira de ser, sugiro que pelo menos as prefeituras das capitais e cidades maiores optem pelo parlamentarismo.

    Não tem como, hoje, um prefeito abraçar os complexos problemas de uma cidade grande. Nem ele tem, na maioria das vezes, o perfil de gestor necessário para gerenciar essa complexidade.

    Então vou ao ponto, curto e grosso: o prefeito eleito seria como o presidente de um país com regime parlamentarista, que reina mas não governa. Ele então escolheria um gerentão sem vínculo partidário, com ou sem aval da Câmara Municipal. Um CEO, digamos assim. O presidente-prefeito administraria a política e este executivo faria o que o nome sugere.

    Eu sei, eu sei, é loucura. Mas o que estamos vendo no país, é o quê?

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  • Test drive do Durão I

    Publicado por: • 1 out • Publicado em: Notas

    Escrevi essas duas notas há anos, quando tudo ainda parecia ir bem. Com a diferença que hoje estamos atolados, nada mudou ou mudou pouco. A versão top do carro do Governo federal é o modelo Durão, cujas características são suspensão dura como se fosse um fora de estrada, motor que ruge como um V8, mas tem só quatro cilindros e gasta mais que um V12. Tem tração nas quatro rodas, mas consegue a proeza de atolar até mesmo em terreno seco. Encarregada de empurrar o Durão para desatolá-lo, a base aliada simplesmente cruza os braços se não aumentarem as gorjetas.

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