• Campanha do BO

    Publicado por: • 24 ago • Publicado em: Sem categoria

    Mesmo que seja apenas uma correntinha arrancada por um pivete, registre BO pela internet que seja. Só o volume impressiona suas excelências.

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  • Na mosca

    Publicado por: • 24 ago • Publicado em: Notas

    A vice-presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, acertou na mosca quando disse que chegou a hora de a população mudar de postura, passando a reivindicar mais, em vez de só reclamar. “Reclamação nunca levou a lugar algum” — frisou a ministra. Eu só colocaria um caquinho: reclamação isolada.

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  • Turbo na economia

    Publicado por: • 24 ago • Publicado em: Notas

    Vi um programa de customização de motos no Canal Turbo da Sky em que o dono de uma Harley mostrava um a um os adornos, peças substituídas e adereços diversos que colocou nela. Acho que foram uns 30. Então fiquei pensando que, atrás de cada um destes itens, existe uma fábrica que se viabiliza porque tem escala para seus produtos.

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  • Crescei e multiplicai-vos

    Publicado por: • 24 ago • Publicado em: Notas

    Aí você entende por que a economia-norte-americana vai na lógica do crescei e multiplica-vos, enquanto outros países ainda enfrentam problemas. Com um mercado interno monstruoso como esse, fica claro porque existem 27 milhões de pequenas e médias empresas nos Estados Unidos.

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  • A girafa e o scanner

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    Publicado por: • 24 ago • Publicado em: A Vida como ela foi

    O STF está julgando um caso insólito: girafa paga imposto? Não sei no que vai dar o caso da importação deste animal, porque esta é uma área minada e complicada, mas me fez lembrar um acontecido há anos com um equipamento usado na dermatologia. Sucedeu que um especialista desta área importou da Suíça uma novidade, um scanner que vai além do dever.

    Do tamanho e largura de um bebedor de água, se tanto, lê um sinal ou lesão na pele e informa ao dermatologista quais as possibilidades malignas ou benignas da coisa, evidentemente que o médico faz a sua própria leitura da imagem. Mais ainda, em caso de dúvida permite ao médico conversar com a empresa que fabricou a máquina, na Suíça.

    Só que antes disso o meu amigo passou maus bocados. A aduana queria cobrar uma grana preta de taxa de importação, e levou-se um bocado de tempo discutindo que se tratava de equipamento para salvar vidas. As autoridades até concordaram, mas especificamente não constava na lista dos livres de taxas. Depois de muita conversa, conseguiram liberar o produto colocando-o em um item específico.

    Foi classificado como equipamento audiovisual.

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