• O sapão

    Publicado por: • 21 set • Publicado em: Notas

    Me ocorreu que aquela figura da maldição do sapo enterrado não se deve a alguma entidade do mal. Nós o enterramos.

    Publicado por: Nenhum comentário em O sapão

  • Breve aqui

    Publicado por: • 21 set • Publicado em: Notas

    Um estádio de futebol não está completo enquanto não surgir um motel nas proximidades. Todos eles os têm. Um conhecido grupo moteleiro da Capital está construindo um bem grandinho nas imediações da Arena. Não tem data prevista para inaugurar.

    Publicado por: Nenhum comentário em Breve aqui

  • O bico do Bicudo

    Publicado por: • 21 set • Publicado em: Notas

    É irônico que o mais consistente pedido de impeachment da presidente Dilma tenha partido de um dos fundadores do PT, o jurista Hélio Bicudo. Ele voltou à carga no final da semana dizendo que, quando (e se) isso ocorrer, seria melhor convocar eleições gerais, inclusive, renovando o Congresso.

    Publicado por: Nenhum comentário em O bico do Bicudo

  • As vítimas do Aerus

    Publicado por: • 21 set • Publicado em: Notas

    Os sobreviventes do Fundo Aerus, o fundo de pensão dos aeronautas e funcionários da Varig e Transbrasil, pedem ajuda para que o Judiciário, os Legislativos e a opinião pública pressionem o Governo para que paguem o que é devido aos pensionistas.

    É um dos maiores escândalos já constatados. Eles contribuíram durante toda uma vida para receber pensão equivalente ao posto e, da noite para o dia, acordaram com o salário mínimo. E isso que o Supremo deu ganho de causa ao Aerus.

    Publicado por: 4 comentários em As vítimas do Aerus

  • O poema da dor

    Publicado por: • 21 set • Publicado em: Notas

    Uma ex-aeromoça da Varig, Angel Nunes, fez um poema sobre a triste situação dos sobreviventes do Aerus – eram 8,8 mil mas 1,2 mil já morreram. Aborda o drama de um ângulo diferente. Mesmo que um dia paguem, o mal já estará feito porque:

    Nunca trará de volta os sonhos que perdi.
    Os anos que envelheci.
    As lágrimas que chorei.
    As noites que não dormi.
    A casa que não comprei.
    O conforto que não usufrui.
    A paz que me deixou.
    A preocupação, a ansiedade, a depressão, por medo do mês seguinte.

    As doenças somáticas que adquiri.
    A suspensão de todo e qualquer lazer.
    E tudo que não pude dar aos meus filhos.

    Publicado por: Nenhum comentário em O poema da dor