• Os muito ricos

    Publicado por: • 4 set • Publicado em: Notas

    Em primeiro lugar, vocês conhecem ou ouviram falar de um bilionário que diz “Chega?”. Verdade que boa parte destina bilhões de dólares para benemerência e fundações que procuram cura para males como o câncer, a aids e ajudam países miseráveis, mas segue entrando dinheiro na larga broaca que carregam.

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  • Geração de empregos

    Publicado por: • 4 set • Publicado em: Notas

    Isso posto, estes críticos nunca entenderam um princípio básico de como as coisas funcionam: o supérfluo do rico é o emprego do pobre. Para ficar só num exemplo, quantos empregos diretos e indiretos gera uma Ferrari?

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  • Procura-se o Congresso

    Publicado por: • 4 set • Publicado em: Notas

    Da tribuna da Câmara dos Deputados, o deputado Afonso Motta (PDT/RS), fez ontem severa crítica pela falta de quórum. “Senhores e senhores parlamentares, procura-se o Congresso Nacional! Repito: procura-se o Congresso Nacional!”. Bem posto. Não raro, suas excelências se perdem.

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  • As sartoretas

    Publicado por: • 4 set • Publicado em: Notas

    No início dos anos 1960, o rombo do Tespuro do Estado era tão grande que o governador Leonel Brizola emitiu as famosa brizoletas, Letras do Tesouro do Tesouro do Estado, possível na época. Mesmo que hoje a pedalada.

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  • Derrame de hora marcada

    Publicado por: • 4 set • Publicado em: A Vida como ela foi

    Tenho encontrado um bocado de gente que não está mais lendo jornais e assistindo um mínimo de telejornais. Na minha profissão isso não é possível, duela a quién duela eu tenho essa noblesse oblige. Lembra a história do ricaço triste.

    Um sujeito rico, jovem, bonito vivia em depressão porque tinha um enorme problema: de meia em meia hora ele tinha que correr para o banheiro. No popular, se borrava todo de 30 em 30 minutos. Parecia o gêiser do Yellowstone na pontualidade intestinal. Consultou pelo menos uma dúzia de médicos, fez trocentos exames e nenhum acusava a causa do problema.

    O último médico que consultou disse que a causa não era orgânica, era emocional. A cabeça comandava o gêiser, em resumo. E aconselhou-o a procurar um analista. O bom homem assim o fez. Homem de posses, pegou e pagou o melhor. Fez análise durante um ano e lá vai pedrada, e neste tempo sumiu de circulação.

    Um dia o médico que havia recomendado que ele fizesse terapia viu com surpresa que o paciente estava na Rua da Praia, Porto Alegre, olhando despreocupadamente para as mulheres que passavam, coisa que ele nunca fazia antes. Olhou o relógio. Uma hora depois ele voltou e lá estava o cara no mesmo lugar, sorriso no rosto. Ora viva, o cara se curou. Abordou o ex-paciente.

    – E aí, meu amigo, pelo que vejo seguiste meu conselho. Fizeste tratamento, a terapia curou teu problema intestinal?

    O rapaz continuava sorrindo enquanto respondia.

    – É, bem… não…sim, de fato fiz terapia por um ano e meio, mas…

    – Mas?

    – …mas agora mesmo me caguei todo assim como meia hora antes. Mas estou numa boa, meu doutor, tô nem, aí!

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