• Voltaremos amanhã

    Publicado por: • 14 jan • Publicado em: Sem categoria

    Hoje não haverá publicações. Amanhã, o site volta ao normal.

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  • Matemática dos impostos

    No Site Do Fernando Albrecht a Matemática dos impostos

    Publicado por: • 13 jan • Publicado em: Artigos

    Artigo do Claudio Barreto Viana

    Nos últimos dias de 2015, a imprensa noticiou que o recolhimento de impostos no Brasil – federais, estaduais e municipais – alcançara a casa de 2 trilhões de reais. Ora, é difícil imaginar o que isso significa; então lá vai um pequeno exercício aritmético que talvez ajude:

     2 trilhões = 2 x 10 elevado à décima segunda potência; se considerarmos alguém entregando aos recolhedores de impostos 1 real por segundo, dia e noite sem parar, quanto tempo levaria para entregar os 2 trilhões pagos no Brasil em 2015?

    1Real/seg.=60 Reais/min.=3.600 Reais/hora=86.400 Reais/dia=31.536.000 Reais/ano;

    Então, para pagar os 2 trilhões à razão de 1 Real por segundo, sem parar nunca, uma pessoa levaria

    2 x 10 pot.12 / 31.536.000 = 63.400 anos !…

    Ora, o Homo Sapiens surgiu na Terra há 35.000 anos, ou seja, o pagador teria de começar uns 30.000 anos antes de nossa era… Como justificar isso quando expresso em porcentagem de tudo que pagamos em relação a referenciais como o dízimo bíblico, por exemplo, que era o que devia ser pago para o Estado teocrático que tomava conta das necessidades comuns dos cidadãos? E como corrigir isso a não ser com medidas drásticas e fundamentais, como diminuir todos os legislativos a no máximo metade do tamanho atual, seus auxiliares a qualquer título a no máximo 3 por legislador, acabar com penduricalhos imorais como auxílios-moradia etc.?… Mas isto já é outra matemática!

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    Avião voando não vende jornal.

    • Ditado popular •

  • Árabes e africanos

    Publicado por: • 13 jan • Publicado em: Caso do Dia

    Eu gostaria muito de saber o que as agências de notícias internacionais não informam: qual a população e sua variação ao longo dos últimos anos dos países árabes e alguns africanos. Sei que talvez seja difícil averiguar, mas o morticínio e homens-bomba certamente devem ter reduzido as respectivas populações.

    Ou não. Pode ser que a taxa de natalidade seja tão elevada que cobre as perdas traumáticas diretas e indiretas, sem falar nas doenças e subnutrição.

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  • As duas alegrias

    Fernando-Albrecht-fala-das-duas-alegrias-das-mulheres-em-A-Vida-Como-Ela-Foi

    Publicado por: • 13 jan • Publicado em: A Vida como ela foi

    Era homem de respeito. Sua palavra era lei, embora em priscas eras seus argumentos eram reforçados com um 44 azeitado e reluzente como enfeite de china. Primeiro foram os amigos dos Campos de Cima da Serra, depois todo mundo o chamava de tio mesmo quando se tornou alto prócer da política gaúcha.

    Tirando bravuras indômitas da juventude, o homem era um bom papo. Quando falava, as palavras saíam espremidas entre os lábios mais apertados que os cilindros de moenda de cana. Certa vez, uma roda em uma uisqueria da Capital, alguém comentou as dificuldades de idosos em conseguir namoradas na pessoa física. Verdade, disse outro, depois de uma certa idade só na pessoa jurídica. Com o queixo apoiado nas mãos, que por sua vez se apoiavam na bengala, o tio concordou.

    – As mulheres que me fazem companhia têm sempre duas grandes alegrias: uma quando as pago, e outra quando me despeço.

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