• Papas do colunismo

    Publicado por: • 21 jan • Publicado em: Notas

    “Os colunistas cariocas Manuel Bernardes Müller, cujo pseudônimo era Jacinto de Thormes, personagem do escritor Eça de Queiroz, e Ibrahim Sued (O Globo), juntamente com o paulista Tavares de Miranda, compunham o trio poderoso do advento da crônica social em 1950. Maneco, lutador de jiu-jítsu, transportou para o Brasil o colunismo americano da época, mesclando política, temas de economia e artes nos seus comentários a respeito da movimentação social”.

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  • Em sociedade tudo se sabe

    Publicado por: • 21 jan • Publicado em: Notas

    Colunismo segmentado sempre existiu na imprensa brasileira, como é o caso dos colunismo político. Mas os acima citados também abordavam a política e a economia. Como sempre dizia Ibrahim Sued, em sociedade tudo se sabe. Como escrevi semana passada e até as sardinhas no rio Tramandaí sabem, informação é poder.

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  • A história do colunismo

    Publicado por: • 21 jan • Publicado em: Notas

    Aqui no RS, o pioneiro em abordar faits divers foi o jornalista Carlos Amaro Reinisch Coelho, que escrevia a coluna “O Sal do Dia” na Zero Hora quando Ary de Carvalho ainda era dono, herança do jornal Última Hora. Posteriormente a coluna, que mudou de formato várias vezes, se transformou no atual Informe Especial. Coelho a escreveu até 1972/3.

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  • A história 

    Publicado por: • 21 jan • Publicado em: Notas

    Depois dele, o espaço chegou a ter até três titulares, até o início de 1982, quando assumi o Informe, a famosa página 3. Fiz a página 3 da ZH até o fim de 1988 início de 1989, quando pedi demissão. O colega Danilo Ucha passou a ser o titular. O Coelho era muito bom na clínica geral, não raro brilhante. Não raro leitores confundem cronista com colunista, como a página 3 do Jornal do Comércio (Começo de Conversa), que faço há 19 anos.

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  • Um é o máximo

    Publicado por: • 21 jan • Publicado em: Notas

    Um conselho de grátis: coluna só funciona com um, no máximo um interino ou escravo para catar milhos perdidos. Coluna com dois ou mais NÃO funciona nem nunca funcionou. Coluna tem que ter identidade, estilo pessoal. Dois ou três dividindo o mesmo espaço é suruba, resulta num Frankenstein.

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