• Esperando Godot

    Publicado por: • 14 set • Publicado em: Caso do Dia

    Anúncios e mais anúncios de cortes orçamentários tipo “agora vai”, mas na real não vai. O governo convoca coletivas para explicar que está cortando desde janeiro. Não nos iludamos. A conta mesmo será paga pela sociedade via aumento de impostos, enquanto as excelências adiam os cortes dos ministérios. Se bem que por si só não adianta muito, em matéria de grana, embora seja a famosa lição de casa a ser feita.

    Parece aquela peça de teatro Esperando Godot, aquele que nunca vem. E pelo jeito que a Maria Fumaça do Brasil gasta, e gasta mal. O que deveria ser feito nunca será, uma reforma administrativa de fato. Tem funcionário público de mais em algumas áreas e de menos em (poucas) outras. O governador gaúcho José Ivo Sartori bem que poderia dizer à presidente Dilma “Eu sou você amanhã”.

    É o efeito Roussoff.

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  • Decisão judicial…

    Publicado por: • 14 set • Publicado em: Notas

    A inédita decisão da Justiça Federal de Erechim, que anulou a demarcação de área indígena realizada pela Funai, já despertou o interesse de outros Estados. Segundo o advogado dos agricultores, Nestor Hein, do Escritório Hein, Buss & Sampaio Advogados, a decisão beneficiará pequenos agricultores que enfrentam o mesmo problema.

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  • …é vitória dos pequenos

    Publicado por: • 14 set • Publicado em: Notas

    A decisão judicial observou as diretrizes estabelecidas pelo STF no julgamento do caso “Raposa Serra do Sol”, reconhecendo que o marco temporal da ocupação indígena exigido para o reconhecimento das terras tradicionalmente ocupadas é a data da promulgação da Constituição Federal.

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  • Tá bom assim?

    Publicado por: • 14 set • Publicado em: Notas

    Se em 45 anos, o RS só fechou sete com as contas no azul, qual a novidade da quebradeira atual? Claro, houve piloto que, em vez de respeitar a bandeira amarela, afundou o pedal do acelerador dos gastos com pessoal, como a dizer “tá bom assim ou quer mais?”

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  • Jogo perverso

    Publicado por: • 14 set • Publicado em: Notas

    Volto a dizer: o Legislativo gaúcho tem muita culpa pelo que nos aconteceu nas últimas décadas. Neste sentido, o jogo situação-oposição é uma das coisas mais perversas que já se inventou desde o garrote vil. Mesmo que esteja errado, a situação vota com o governo: mesmo que ele esteja certo, a oposição vota contra o governo.

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