Outro mundo é possível

16 jun • NotasNenhum comentário em Outro mundo é possível

 Sem maiores comentários, até porque não os teria, transcrevo parte de entrevista de transexual para o G1: Os dias atuais ela define de forma diferente: “Saí de uma condição de homem hétero para uma mulher lésbica. Depois de 30 anos de sofrimento, eu estou podendo existir. Quando eu contei, as pessoas diziam: ‘Nossa, você era o exemplo de macho alfa’. Na sociedade, ver uma mulher transexual é desprezo, estigmatização (sic).” 

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