O volante perdido

16 ago • A Vida como ela foiNenhum comentário em O volante perdido

Volante de loteria da Caixa Econômica Federal

 Ou quer que dê branco para não dar prazer ao sujeito que eventualmente achou a sua aposta?

Vejam a história do meu amigo Davi Castiel Menda, que perdeu o volante com aposta de sete dezenas da Mega acumulada em quase R$ 30 milhões. É claro que ele repetiu a aposta, mas é interessante analisar a situação sob a ótica de um apostador nato, a quem desagrada. Primeiro, o desagrada a possibilidade de que um estranho sortudo ganhe dinheiro sem fazer força. No caso de Davi, ele foi salomônico no seu pensamento.

Simples: passou a torcer unicamente para acertar a quadra, ternos os duques, o que não influiria muito na premiação. Acertar as seis dezenas “seria um castigo para mim, apesar do alto valor que receberia e que resolveria todos os problemas financeiros atuais e futuros, mas fica aquela sensação de 50%. Sei que parece muito egoísmo de minha parte, mas experimente passar pessoalmente por esta situação”, explica meu amigo.

Não deu outra. Ele ganhou seis ternos e doze duques, num total de R$ 854,00. Então ele torceu para alguém tenha achado a aposta, porque em caso contrário a Caixa ficaria com ele.

“Torço que o o felizardo que o encontrou seja uma pessoa humilde e que aproveite esta “pequena fortuna”. Só me resta desejar felicidades ao meu sócio (ou sócia?) desconhecido”, arremata Davi.

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