O homem é um rato

26 dez • Caso do DiaNenhum comentário em O homem é um rato

Fernando Albrecht está convicto de que a humanidade descende do rato

Há muito, eu já suspeitava, mas no final de semana foi a gota d’água para cristalizar minha convicção: o homem descende do rato. É o nosso ancestral comum, depois vieram os cro-magnon, neandertais e outros que tais, Lucy, hominídeos e toda cadeia produtiva da humanidade. A tal gota que me refiro foi ler na ZH de sábado que experiências feitas com ratos comprovaram que uma dieta balanceada e hidratação previnem artrose.

Durante décadas, tenho acompanhado esses experimentos com ratos para testar medicamentos, vacinas, progressão de doenças, testes neurológicos, testes com antidepressivos, toda sorte de alimentos, radiação, raios gama e testes vitamínicos. Então, se a ciência usa ratos para prevenir doenças físicas e mentais, é porque os ratos são humanos, independente do BNH, como dizia meu amigo Miguelão Pergher ao falar do ácido desoxirribonucleico, apelido DNA.

Acho que eles testam até placebos nestes roedores, mas como rato não fala, não se sabe. Melhor, ele não quer falar. Rato rói. Imaginem um rato político discursando horas a fio como o falecido Fidel Castro, por exemplo, ou como o Maduro Para Cair, da Venezuela.

Esqueçam os fósseis. Eles estão entre nós.

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

FacebookTwitter

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

« »