O Brasil que funciona

23 set • Caso do Dia, NotasNenhum comentário em O Brasil que funciona

Agrinho6a9anos_v3(Capa)Quase 300 mil alunos e mais de 18,3 mil professores de 2.121 escolas públicas do Rio Grande do  Sul recebem, até o final de setembro, as revistas do Programa Agrinho 2019. A partir desta etapa, os educadores já podem trabalhar com os estudantes o tema desta edição, Meio Ambiente. Serão distribuídas 100 mil revistas, e todo o material também estará disponível no site do SENAR-RS. Por meio das revistas educativas que trazem as aventuras dos personagens Agrinho, Aninha e Nando, estudantes e professores trabalham temas transversais às disciplinas escolares.

Foto Hoje (Pesquisa em Arroz) (1)

Os participantes terão até 28 de outubro para encaminhar os trabalhos para o SENAR-RS. Uma banca irá avaliar o que foi produzido, e os melhores serão premiados em nível regional e, posteriormente, estadual. A revista traz uma série de atividades e histórias que podem ser desenvolvidas com as crianças e os adolescentes em salas de aula. A participação incentiva o aluno a refletir sobre assuntos diferentes daqueles previstos no currículo e aplicar, no dia a dia os conhecimentos adquiridos na escola.

Serão premiados os vencedores do primeiro ao terceiro lugar da etapa regional. Os classificados de cada uma das 10 regiões por ano escolar, participam da fase estadual. São analisados desenhos, textos de estudantes, de acordo com a faixa etária e experiências pedagógicas, no caso dos professores.

SANTA CASA

Referência internacional na área de transplantes, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre celebrou, no último 17, uma grande realização: os 20 anos do primeiro transplante de pulmão intervivos feito fora dos Estados Unidos. Realizado pelo médico José Camargo e equipe, o momento histórico será relembrado no dia 23 de setembro, às 17h, com uma comemoração no CHC Santa Casa.

O primeiro paciente a receber partes de pulmões de pessoas vivas foi o curitibano Henrique Busnardo, de 12 anos à época. Em 1995, Henrique contraiu bronquiolite obliterante, doença que obstrui os bronquíolos dificultando a expiração e provocando o aumento progressivo do volume pulmonar, a ponto de deformar a caixa torácica. Com apenas 12% da capacidade pulmonar prevista, Henrique não suportava deitar e dormiu agachado durante dois anos, usando oxigênio de forma contínua.

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