Mais um

6 dez • Caso do Dia, NotasNenhum comentário em Mais um

Mais um assalto a banco foi frustrado pela Brigada Militar, desta vez em Arroio dos Ratos. Culminou com quatro criminosos mortos depois que dispararam contra os policiais. Já tem gente torcendo o nariz dizendo que a BM poderia ser menos violenta. Conheço bem essa técnica de arrasar reputações.

Bala na cara

Gostaria que eles dissessem isso se estivessem na mira de um fuzil pesado, metralhadora ou pistola de grosso calibre e alta precisão. Na prática, a prática é outra. O que precisa ser entendido é que não foi um episódio fortuito, foi mais uma batalha da guerra que o Crime move contra a sociedade. E estamos perdendo, por sinal, pelo menos até o início da semana.

Viver é perigoso

Ou você acha que o fato de não podermos caminhar sem medo de assalto; nem mesmo ficar tranquilos em casa – com alarmes e fechaduras extras; para entrar e sair de casa ou prédio precisamos ficar em alerta máximo; nossos filhos correrem o risco de ser sequestrados e mortos; o tráfico conseguir vender drogas perto dos colégios e até dentro deles; não indica que estamos em guerra?

Desperdício no prato

O Procon diz que que é ilegal a cobrança de taxa de desperdício quando o freguês deixa comida no prato. Pode ser ilegal, mas até que seria uma medida de acordo com os tempos. Já contei aqui como os europeus se escandalizam quando observam como nós desperdiçamos comida, o que é uma realidade inquestionável. Comemos mais com os olhos.

Do produtor ao consumidor

O dono de uma churrascaria pelo sistema rodízio explica que ele compra 1,6 Kg para cada cliente, mesmo que em média o consumo gire em torno de 250/300 gramas por pessoa. Parece exagero, mas não é. Começa que o peso precisa ser desbastado das gorduras e pelancas; depois é refrigerado, o que retira água, e retira mais ainda quando vai para o espeto. ´

Na ponta do espeto

Na hora de servir, ninguém quer comer pontas do espeto. E aí se acelera o desperdício, porque a maior parte dos consumidores deixa parte da carne escolhida por outras que o garçom apresenta. Verdade que a pressa dos garçons em enfiar espeto no prato colabora. E aí troca de prato e o desperdício recomeça. Aliás, não é só em restaurante, em casa também há desperdício. Quando eu era pequeno, era pecado deixar comida no prato, severidade comum nas colônias alemã e italiana.

Crise, que crise?

Na verdade, nós nunca vivemos uma crise de alimentos de verdade como os europeus, seja pelas guerras mundiais, seja pelos desastres climáticos. Meu pai sempre dizia que nós nunca vivemos uma crise de verdade, por isso empregamos a expressão desnecessariamente. Crise, dizia ele, é comer carne podre de cavalo nas ruas.

Transplante renal

Reconhecido pela atuação na medicina de alta complexidade, o Hospital Moinhos de Vento passará a realizar transplantes de fígado e de rim.

– Isso complementa a nossa gama de atividades e ainda proporciona a ampliação da pesquisa e inovação nessas áreas – afirma Luiz Antonio Nasi, superintendente Médico do Hospital Moinhos de Vento.

O Grupo de Transplante Renal, formado pelas equipes de nefrologia, cirurgia geral, urologia e equipe multidisciplinar, já está capacitado para realizar transplantes tanto com doador vivo como com doador falecido.

– O grupo reúne profissionais com mais de 20 anos de experiência nessa área – afirma o nefrologista David Saitovitch, responsável técnico pelo transplante renal no Moinhos de Vento.

A instituição retoma um procedimento no qual foi pioneira. Em 1970, o primeiro transplante renal do Rio Grande do Sul – e o segundo do país – foi realizado no Moinhos de Vento pela equipe do médico Loreno Brentano. E há quatro anos houve uma sequência de cinco transplantes para a avaliação de todo o processo.

Formatura no Agronegócio

Alunos do Curso Técnico em Agronegócio, oferecido pelo SENAR-RS nos Polos de Ensino presencial de São Sepé e Cruz Alta, estão na reta final do curso e nos próximos dias começam a apresentar os trabalhos de conclusão. É a primeira vez que os alunos de São Sepé passam por essa etapa, que consolida o elo entre a teoria e a prática do curso que dura dois anos. As apresentações serão nos dias 7 e 8 de dezembro. A primeira formatura deste polo está prevista para março/2019.

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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