Largo sem-teto

30 out • Caso do Dia, NotasNenhum comentário em Largo sem-teto

latgo dos sem-teto

Eis o cenário visto que entra ou sai do Mercado Público de Porto Alegre. Nas barbas da prefeitura.

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ANTIGAMENTE  (*)

Antigamente, eu entrava num supermercado com cinco reais e saía com arroz, feijão, spaghetti, cerveja e um pedaço de alcatra.

Hoje não dá mais, botaram câmeras por todo o lugar!

(*) Paulo Motta

 ONDE ESTÁ A HONESTIDADE?

Nos anos 1920 o notável Noel Rosa já reclamava da falta de honestidade criando o samba que dá o titulo desta nota. Vassoura dos salões da sociedade/ Tem joias e criados à vontade/ E o povo/ Já pergunta com maldade/ Onde está a honestidade?/ Onde está a honestidade?

DEFEITO DE NASCENÇA

Sempre houve mutreta neste mundo de Deus brasileiro,  em boa parte ligado à política. Não faz muito, estávamos em roda de cafezinho quando aprochegou-se um político da velha guarda. Falávamos sobre deputados daqueles tempos, um em particular, quando esta pessoa interrompeu o papo.

– Sim, ele era muito bom, mas tinha um defeito – era honesto.

Brincando, brincando…

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Mário Monteiro, 77 anos, médico gaúcho arranchado no Rio de Janeiro há muitos anos, lança seu livro “”A cruel e covarde violência contra as mulheres”. Médico de Saúde Pública, Monteiro tem extenso currículo, incluindo PhD em Demografia Médica pela Universidade de Londres.

Para baixar  livro é só clicar na seguinte sequência: “Full-text available” — “Download”   — “SALVAR” https://www.researchgate.net/publication/344892231_A_CRUEL_E_COVARDE_VIOLENCIA_CONTRA_AS_MULHERES#fullTextFileContent

NOS IDOS DE 1960

Mário Monteiro e eu fomos e ainda somos grandes amigos no tempo da faculdade, dos bar-chopes, da esbornia e da calaçaria. Varávamos noites discutindo política no Gilbert’s Bar e até no singelo bar da Filô, de Filosofia, no Centro Acadêmico Franklin Roosevelt da UFRGS. Ele era bom de papo, embora brigássemos muito, verbalmente. Tenho muitas saudades daqueles tempos tresloucados. Éramos jovens, então.

MIA ESTÁ CERTO

Esteve em Porto Alegre para evento da Unimed Porto Alegre pelo Dia do Médico, o consagrado escritor moçambicano Mia Couto. De outra vez que nos visitou, Mia deu entrevista sobre o politicamente correto. E sentou a lenha, dizendo que ele estava tirando a naturalidade da fala do povo.

Assino embaixo. É a Santa Inquisição do século XXI. Só falta torturar quem não professa à fogueira. Não a das vaidades, a de churrasquinho. Dependesse desses seres sectários, queimariam todos os livros politicamente incorretos.

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