Das coisas ridículas nas telas

2 jun • A Vida como ela foiNenhum comentário em Das coisas ridículas nas telas

A novela mais ridícula que a Globo já produziu foi Novo Mundo. Botaram um índio branco que poderia ter nascido na colônia alemã em Nova Hartz, com um cocar com as cores da Portela. E com pintura de guerra imitando suspensórios. Só faltou o relógio de pulso usado por um coadjuvante no filme bíblico O Manto Sagrado, e o rastro de condensação de um avião também no bíblico Quo Vadis.

Filme por filme preferia os do cantor Teixeirinha. Em um deles, ele fazia o papel de dono de barco no Rio Jacuí. O diretor Pereira Dias contou que, em uma cena de estúdio, o cantor girava o timão como se fosse direção de automóvel.

– Teixeirinha, é timão de navio, tem que girar devagar.

– O filme é meu e dirijo o navio do jeito que eu quiser  –  respondeu o astro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

« »