Fogo na padaria

27 abr • Caso do DiaNenhum comentário em Fogo na padaria

Fernando Albrecht sobre o confronto entre militares e criminosos em frente ao hospital Cristo Redentor

Olha que eu já vi boi voar e passarinho mugir, mas tem algumas coisas que não entendo. Não entendo como alguém pode criticar a Brigada porque PMs reagiram a um atentado contra sua vida e mataram quatro facínoras na frente do Hospital Cristo Redentor, que queriam matar os brigadianos com armas como um fuzil calibre 5.56, com balas que voam a 800 metros por segundo.

Também não entendo como é que a expressão “recatada” e “do lar” podem causar tanta bronca. Quando uma dona de casa preenche um formulário em loja ela bota “do lar”, nome oficial para…donas de casa. Mesma coisa com recatada (tímida, reservada). MAS não, ideologizaram o recato.

Para ficar só em mais um não-entendimento, leio que os funcionários da GM de Gravataí querem PPR (participação sobre o resultado) de R$ 10 mil cada apesar de reconhecerem que as montadoras venderam 60% a menos. Repito de novo o filósofo Ortega y Gasset para dar a moral da história: quando falta pão, as massas botam fogo na padaria.

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