Assim se chamam os boleiros

8 nov • Caso do Dia, NotasNenhum comentário em Assim se chamam os boleiros

O jornalista Juarez Fonseca, colega de profissão e de faculdade, garimpou uma lista de nomes de jogadores de futebol da primeira divisão de 2018. Alguns são hilários, ou estranhos, ou junção de dois nomes próprios para dar uma mistura nada fina. No meu juízo, não é tanto o nome em si, mas a grafia que os pais pespegaram no rebento. Por exemplo, não basta batizá-lo com o francês Pierre, tem que botar um “Y”

Alguns dos nomes capturados pelo Juarez: Dionathã, Rithely, Weverton, Mayke (o “Y” já tem som de “ai”), Hyoran, Marllon, Willean, Shaylon, Andrey, Patrick, Patric, Thalisson, Kady, Uilson, Uillian, Willian, Jean Pyerre, Thaciano, Thony Anderson, Uendel, Wellington, Allione, Gregore, Richard, Maicon, Maykel, Adryelson, Helerson, entre outros.

Vamos combinar que Adryelson é muito bom. Tem o Thaciano – eu conheci uma Taciana, o Dendel (Washington?). Thony Anderson até que passa, nome artístico de ator de novela ou cantor, quem sabe. Kady por ter origem em “caddie”, o sujeito que carrega os tacos do jogador de golfe. Enfim, cada um, cada um, que sejam felizes com os nomes que ganharam no berço.

O jogador Dirrã

Contam que, no interior de Espírito Santo, havia um atleta de clube de futebol do Espírito Santo que atendia pelo nome “Dirrã”, bastante conhecido das torcidas. Um dia, houve um jogo beneficente que mereceu a atenção de uma grande emissora de rádio. E o locutor da rádio local só falava nele, era Dirrã pra cá e Dirrâ pra lá. No intervalo, o repórter da rádio visitante alcançou o atleta a caminho do vestiário.

– De onde veio esse sobrenome, você é de origem francesa?

– Não, não, nada disso. É que meu apelido é cu de rã, então como fica feio falar isso no rádio ficou só Dirrã.

 O livro da sabedoria

Em viagem para a China, o editor-chefe do Jornal do Jornal do Comércio, Guilherme Kollimng, conta que o governo chinês preparou edições em vários idiomas – inclusive o português do livro em que o presidente Xi Jinping fala da sua gestão, soluções para o momento atual e visões sobre o futuro. Vende como pão quente, conta. Bom, Xi tem muito que contar mesmo.

Embora exista a figura do primeiro ministro, ser presidente de um país gigantesco, traçar rumos para a economia e atividades a ela ligadas não deve ser fácil. É uma proeza, na verdade. A China será o país mais poderoso do mundo logo ali.

Visita à zona

O Ministério Público de São Paulo acusa cinco vereadores de Iacanga, município do interior de São Paulo, por improbidade administrativa. Na ação, o promotor afirma que os parlamentares – quatro casados e um solteiro – pagaram despesas “em casa de forte apelo erótico”. Forte conteúdo erótico é muito bom.

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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