A telepatia como profissão

13 mar • Caso do Dia, NotasNenhum comentário em A telepatia como profissão

Não só as notícias falsas que deixam a sociedade em dúvida permanente sobre o que é e o que não é verdade na vida dos detentores de cargos públicos. Não raro, à falta de informação de fonte primária são geradas informações que são mais exercícios de captação do pensamento alheio. Como dizia um ex-presidente da República, “todos os dias acordo e leio os jornais para saber o que eu penso”.

Marca consolidada I

unnamedNão é por acaso que um evento chega aos 21 anos. Pois o Marcas de Quem Decide do Jornal do Comércio atingiu ontem, na cerimônia de divulgação dos resultados da pesquisa que aponta as marcas mais lembradas e preferidas por empresários, executivos e gestores gaúchos.

Marca consolidada II

A tradição de ser o primeiro evento corporativo do ano, com a volta da normalidade das atividades no meio empresarial, permite ao Marcas tornar-se um termômetro do mercado. E o que se viu foi animação, otimismo e boas expectativas, além de maior público. Sinal de que o ano será melhor.

Não levou

A Havan, aquela que coloca uma “miniatura” de 16 metros da Estátua da Liberdade na frente das suas lojas, tentou mas não levou em uma cidade serrana que prima pelo cuidado com a poluição visual.

Crédito rural em falta

farsulO estande do Sistema Farsul na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, foi o ponto de partida para o ciclo de encontros regionais com federações, sindicatos, entidades setoriais e produtores para levantar propostas ao Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2019/2020. Realizados pela Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, que tem o economista-chefe da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Antônio da Luz, na vice-presidência, os workshops pretendem reunir as principais demandas do setor para a próxima safra.

O vice-presidente da Farsul, Elmar Konrad, aponta o crédito rural como a principal demanda da região sul. A revisão do modelo utilizado precisa ser imediata. No atual cenário, existe um grande número de produtores fora do sistema bancário e sendo financiados por indústrias e cooperativas. Uma das razões é a burocracia que torna lenta a liberação de crédito, fazendo com que a disponibilização de recursos ocorra somente após o período de plantio. “Crédito rural é indispensável. Quem pegou dinheiro fora do sistema bancário acabou quebrado. Se é ruim com banco, muito pior é sem ele”, afirma Konrad.

Trabalho reconhecido…

Primeiro lugar distanciado na lembrança e na preferência dos gaúchos entre os hospitais, o Moinhos de Vento atribui mais uma vitória no Marcas de Quem Decide a diversos fatores. Além da tradição da marca, dos investimentos audaciosos e das diversas ações em medicina de excelência, o superintendente executivo Mohamed Parrini destaca que a conquista vem da união de uma equipe altamente profissionalizada e da continuidade de um trabalho de décadas.

…e de muitas mãos

 “Não existe resultado da noite para o dia. O esforço é de anos e de muitas mãos”, disse. Parrini lembra da liderança inspiradora do ex-superintendente João Polanczyk, além do apoio e governança do Conselho de Administração, presidido por Eduardo Bier de Araújo Correa, e pelos conselheiros Thomas Herrmann, André Meyer, Mateus Bandeira e Carlos Souto.

Selo para a Racon Consórcios

unnamed (1)A pesquisa Qualidata/JC, que fundamenta o selo Marcas de Quem Decide, apontou a Racon Consórcios novamente como a mais lembrada em seu segmento. Na avaliação deste ano, divulgada nesta terça-feira, 12 de março, a Racon registrou 13,2% em lembrança, mostrando-se presente e consolidada no mercado.

Fotos: Augusto Letti

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