A revolta da garçonete

17 nov • NotasNenhum comentário em A revolta da garçonete

Constrangedor mesmo é ir a um país vizinho e pagar mico por não saber de usos e costumes que aqui são uma coisa e lá são nojentos ou sinal de má educação e até ofensivos. Brindar com “tintim” em restaurante japonês é furada, o termo significa pênis. Fico imaginando a cena. Dois amigos vão a um deles, enchem a cara de saquê e quando chega a garçonete um grita “tintim” tentando ser cordial. E ela, furiosa:

– Tintim pra você também, seu tarado sexual!

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