A procissão de QI

4 nov • NotasNenhum comentário em A procissão de QI

O velho “quem indica”. Escolher os principais componentes do novo governo é uma tarefa árdua. Tenho pena dos eleitos. Imaginem a pressão que eles recebem do partido, das famosas bases, dos que o auxiliaram na campanha ou pensam que ajudaram, amigos de infância, parentes próximos e afastados, amigos de ocasião dos quais ele nem lembrava mais. Nossa, deve ser um inferno.

Frases fatais

Só mudou uma coisa: ler currículo enviado e recomendado pelo estafe. Até leem, mas como hoje não existe mais privacidade, a mídia se encarrega de divulgar os podres dos eventuais escolhidos. Por incrível que pareça, a ordem das frases altera o produto. Vou dar um exemplo.

Opinião

Você precisa empregar alguém e pede que mandem uma opinião sobre o gajo. Aí o cara escreve “ele é muito bom, mas bebe”. Mas se eu inverter e disser “o cara bebe, mas é muito bom” muda tudo, não é mesmo?

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

FacebookTwitter

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

« »