A petulância da crocância

10 jul • NotasNenhum comentário em A petulância da crocância

 Em compensação, não tem prova de prato ou degustação ou crítico culinário Chef que ressalte a crocância de diversos alimentos. Até quando eles não a tem. Para mim, quem precisa ter crocância é croquete, aquela capinha por fora. Pastel também, mas não em exagero. Basta aquele barulho de folhas secas quando se mastiga. Até hoje, prefiro o Pastel Perfeito. É o meu Santo Graal.

 Croque não consta no dicionário, salvo em náutica, mas era a arte de dar um croquete com os dedos de punho fechado na cabeça de alguém. Se usava muito em décadas anteriores. Geralmente, eram adultos dando croque nas crianças malcriadas. Hoje, eles seriam presos. E levariam croques dos colegas de cela.

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

FacebookTwitter

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

« »